Uma camada de IA, CRM e WhatsApp para conduzir pós-venda, assistência técnica e financeiro — antes que chamados sem retorno, status invisíveis e clientes desamparados virem desgaste público de uma marca que nasceu pra fazer diferente.
279 torres entregues. 22 mil apartamentos. Cada unidade com um cliente que quer retorno, status e a sensação de que alguém assumiu o caso. Quando a operação depende de gente, memória e fila de e-mail, a confiança começa a vazar — sem parecer que está vazando.
O lead chega quente no WhatsApp e esfria antes da resposta. Em cada lançamento, cada hora de espera é receita que sai pela janela — e ele custou caro pra chegar até aqui.
Segunda via, parcela em atraso, "como regularizo" — cada solicitação simples que vira ticket manual é mais atrito entre o cliente e o pagamento que ele quer fazer.
O chamado entra, mas sem classificação, sem dono e sem status. O cliente repete a mesma história para pessoas diferentes — e a demora vira percepção de abandono.
Vistoria, reparo, retorno prometido. Quando o acompanhamento falha, o cliente para de enxergar manutenção e começa a enxergar descaso — e leva isso para o Reclame Aqui.
A obra foi entregue. O portal SAC existe. O e-mail foi respondido. Mas 9 dias depois. E com três pessoas diferentes dando informações diferentes. A confiança vazou — não por falta de estrutura, mas por falta de condução.
/ O vazamento real está na ausência de condução. Padrões de dor lidos como sinais de risco operacional — não como acusação. Cada sinal abaixo é recorrente, documentado e resolve com processo, não com mais gente.
O próprio posicionamento da Diálogo diz: "tudo começa com um diálogo." Escuta ativa, troca verdadeira, compromisso com cada cliente. Essa é a identidade que a marca construiu em quase quatro décadas.
O problema não é construção. É operação pós-entrega. O cliente que comprou no lançamento, recebeu as chaves e precisou de um chamado — esse cliente encontra uma versão diferente da marca que ele conheceu no estande.
A Diálogo já tem portal, SAC, ouvidoria e sistema de chamados. O problema não é falta de canal. É o que acontece antes: o cliente chega pelo WhatsApp antes de ir ao portal — e quando chega ao portal, já está frustrado. A EDHA atua nesse intervalo.
O chamado entra no portal, gera número de protocolo e espera. Ninguém assume. O cliente volta 3 vezes contando a mesma história.
Entende intenção, contexto e gravidade. Coleta dados, classifica prioridade, registra no CRM e aciona o humano certo — antes que vire reclamação pública.
/ O problema técnico começa no imóvel. A crise começa quando o cliente sente que ninguém assumiu.
/ A EDHA não substitui o portal — ela é a camada que conduz antes do ticket chegar frustrado.
Onde ele já está — sem portal, formulário ou e-mail.
Intenção, prioridade e dados completos do caso.
Histórico, SLA e o setor certo no momento certo.
À esquerda, a conversa no WhatsApp. À direita, o CRM preenchendo dados, escalando prioridade e mudando de status em tempo real. Não responde só: conduz, registra e escala.
Clique em um cenário para assistir outro caso sendo conduzido — vendas, financeiro ou pós-venda.
Não começa pela tecnologia — começa pela lógica da sua operação. A IA recebe pelo WhatsApp, entende a intenção, classifica, registra no CRM e aciona o humano no momento certo.
Ajuste os números da operação e veja, ao vivo, o tamanho do que pode estar escapando entre vendas, financeiro e pós-venda.
Estimativa conservadora baseada nos números informados. Indica faixa de impacto e risco potencial — não promessa de resultado exato.
Lead, cliente, responsável ou contato recorrente.
Vendas, financeiro, assistência ou outro contexto.
Pela intenção, gravidade e regras da construtora.
Histórico, dados, protocolo e status no CRM.
Volume, gargalo e status pro time e pra gestão.
deixam de comprar de uma marca após experiência ruim com produto ou serviço.
Abrir fonte ↗ PwC 2025deixam por experiência ruim de atendimento online ou presencial.
Abrir fonte ↗ PwC 2025dos executivos: expectativas evoluem mais rápido que a empresa acompanha.
Abrir fonte ↗ CX Trendspreferem marcas com boa experiência — mesmo pagando mais.
Abrir fonte ↗ CX Trendspreferem WhatsApp no pós-venda.
Abrir fonte ↗ Opinion Boxde usuários ativos de WhatsApp no Brasil.
Abrir fonte ↗ Opinion Boxacessam o WhatsApp pelo menos uma vez por dia.
Abrir fonte ↗ Opinion Boxabrem o app várias vezes ao dia.
Abrir fonte ↗ Opinion Boxjá se comunicam com marcas pelo app.
Abrir fonte ↗ DataReportalde usuários de internet no Brasil.
Abrir fonte ↗ DataReportalde conexões móveis ativas no país.
Abrir fonte ↗ Qualtrics XMExperiências ruins colocam trilhões em vendas globais em risco — ligadas a confiança, recomendação e recompra.
Abrir fonte ↗Fontes: PwC Customer Experience 2025 · CX Trends 2025 (Octadesk/Opinion Box) · CNDL · DataReportal 2025 · Opinion Box/Statista · Qualtrics XM Institute. Dados de mercado a título de referência, não de promessa de resultado.
Para a empresa, são departamentos. Para o cliente, é uma única experiência. A mesma operação — fragmentada e depois conduzida.
A Diálogo já tem a estrutura. O portfólio. O reconhecimento. O que falta é fechar o gap entre a promessa da marca e a experiência do cliente depois da entrega.
Uma conversa direta para mapear onde o pós-venda, o financeiro e a assistência técnica da Diálogo podem estar perdendo condução — antes que isso vire Reclame Aqui.